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O Pibão virou Pibinho?

Publicado em 6 de março de 2012 por Felipe Spilari
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Há cerca de 1 ano atrás a presidenta Dilma comemorou o crescimento do PIB de 7,5% em 2010 com a frase “O Pibão foi bão”. Agora pela manhã, o IBGE anunciou que o crescimento do PIB em 2011 foi de 2,7%, totalizando R$ 4,143 trilhões em valores correntes. Já o PIB per capita cresceu 1,8% em relação ao ano passado e atingiu R$ 21.252.

Trago o assunto à tona, pois o PIB é sempre um dos itens para que olhamos na análise do ambiente econômico em nossos trabalhos de planejamento para clientes. No entanto, olhar somente quanto o PIB nacional cresceu tende a ser muito superficial e impreciso na análise do potencial de crescimento dos negócios de uma empresa, impactado diretamente pelo crescimento econômico. A visão macro do cenário econômico nacional (e mundial)  é importante, mas é superficial e imprecisa porque é necessário entender mais a fundo o crescimento regional e setorial para só então traçar paralelos com o potencial de crescimento da empresa.

Assim, dependendo do negócio, da área de atuação e do público-alvo, é fundamental saber qual o crescimento da região, do estado e/ou dos municípios, bem como do setor da atividade econômica, sendo o mais específico possível. Para ilustrar: no anúncio de hoje, o IBGE divulgou que a agropecuária cresceu 3,9%, a indústria 1,6% e o setor de serviços 2,7%, mas normalmente se pode ir mais além e trabalhar com dados referentes especificamente a um tipo de negócio.

Ah, e respondendo à pergunta do título do post…Para mim, apesar da desaceleração em comparação com 2010, não tivemos um “Pibinho” em 2011. O Brasil teve o terceiro maior crescimento entre as 6 maiores economias globais, sustentado principalmente pelo nosso consumo interno. Levando em conta o ambiente de incerteza na economia mundial, mesmo decepcionantes, os 2,7% não são desprezíveis.

Claro que  poderíamos estar crescendo mais – China e Alemanha mostram que é possível – mas como fazer isso já é uma discussão que não pretendo fazer aqui neste post.

PS: Para ilustrar melhor, peguei os gráficos do G1. Leia mais sobre o crescimento do PIB em 2011 no site do IBGE ou no próprio G1.

Felipe Spilari

Felipe Spilari Administrador e especialista em marketing estratégico, Felipe desenvolve atividades de consultoria em planejamento estratégico, marketing e estruturação de negócios. Escreve aqui no blog sobre planejamento, marketing, inovação, empreendedorismo, economia criativa e e-business.

O que esperar de 2012?

Publicado em 10 de outubro de 2011 por Carlos Steffen
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Sim, uma vez mais estamos nós às vésperas de ano novo…

Recém começou o último trimestre, mas este sempre traz consigo pensamentos do tipo “nossa, ainda tenho muito pra fazer este ano!” ou “o que vou planejar de novo para o ano que vem?”.

De agora até o estourar de fogos pela chegada de 2012, a pressão só faz aumentar! E com ela a profusão de previsões e análise de tendências.

Não temos visão de bola de cristal e muito menos a pretensão de esgotar o leque de possibilidades, mas arriscamos aqui alguns palpites para a realidade brasileira:

Ambiente Econômico

  • Aumento de exportações e também de importações; redução no saldo da balança comercial;
  • Incremento do PIB – 3,74% segundo projeções do Banco Central;
  • Recessão nos EUA, na Zona do Euro e no Japão; incerteza quanto ao crescimento dos países desenvolvidos;
  • Incerteza na Bolsa de Valores; empresas brasileiras tendem a ir bem, mas há instabilidade devido à crise na economia mundial;

Ambiente Tecnológico

  • Crescimento do mercado de dispositivos móveis, como smartphones e tablets;
  • Incremento de acesso à Internet via banda larga;
  • Aumento da disponibilidade de serviços sob demanda;
  • Consolidação do comércio eletrônico;

Ambiente Político-Legislativo

  • Início de atuação da Secretaria da Micro e Pequena Empresa, ministério criado para alavancar a participação das empresas de pequeno porte na economia;
  • Desoneração de tributos para segmentos de interesse estratégico do Governo, como por exemplo equipamentos de redes, dado o Plano Nacional de Banda Larga;
  • Incremento dos investimentos do governo e agências de fomento nos diversos segmentos da Economia Criativa – tecnologia da informação, design, turismo, moda, gastronomia, etc.;
  • Criação de barreiras à importação de alguns bens de consumo, de forma a preservar a competitividade da indústria nacional;

Ambiente Sócio-Cultural

  • Indivíduos e empresas se envolvendo e comprometendo com causas ligadas à sustentabilidade;
  • Aumento da pressão da opinião pública para o combate à corrupção;
  • Crescimento do consumo coletivo e da ocorrência de iniciativas bem sucedidas de colaboração;
  • Jovens aspirando ser empresários, gerando uma onda de empreendedorismo criativo;

E então, já parou pra pensar como estas tendências e previsões podem afetar o desenvolvimento de seus negócios? A hora é agora. Pare, pense, planeje! E fique melhor preparado para colher resultados, independentemente do que vier acontecer.

Por aqui, nós achamos que 2012 pode ser o que a gente quiser. Afinal o futuro se cria, e não apenas acontece.

E você, espera o que de 2012?

Use o espaço de comentários aí embaixo, faça suas previsões, ou expresse seus desejos, e vamos juntos fazer 2012 acontecer.

 

Carlos Steffen

Carlos Steffen Engenheiro eletricista e especialista em marketing, Carlos desenvolve atividades de consultoria e capacitação em marketing, planejamento, desenvolvimento de projetos e empreendimentos e desenvolvimento de mercado. Escreve aqui no blog sobre marketing, tecnologia, inovação, planejamento, capital intelectual, gestão de projetos e processos e formação de empreendimentos.

Planejar é preciso?

Publicado em 14 de setembro de 2011 por Carlos Steffen
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Você certamente conhece alguém que fala muito do que deseja para o futuro mas que pouco faz para alcançá-lo. Também já deve ter se relacionado com alguém que muito trabalha mas, quando indagado, não sabe exatamente aonde quer chegar. Isto lembra:

Uma visão sem ação é somente um sonho. Uma ação sem visão é apenas um passatempo. Uma visão com ação pode transformar o mundo.”

Joel Barker

Visão remete ao estado futuro que se deseja atingir, aos objetivos e metas que se pretende alcançar.

E Planejamento, para muitos algo complexo e incompreensível, nada mais é do que a análise estruturada da condição do presente e a definição das medidas necessárias e suficientes para criar a situação desejada.

Planejamento
Situação Atual Situação Futura

Em resumo, trata-se de saber exatamente o que se quer, de se compreender a situação atual e de estabelecer as ações para ir de um ponto a outro.

É um exercício simples, mas que exige disciplina e dedicação para produzir bons efeitos. E que precisa ser incorporado à rotina de quem busca melhorar seus resultados. Não basta planejar uma vez e esperar que os resultados aconteçam. Planejar, neste aspecto, não é preciso… Nem tudo irá ocorrer como foi pensado e estar preparado para reagir e re-planejar frente a contingências também faz parte de um bom processo de planejamento.

O maior amigo do planejamento é a repetição. Quanto mais se planeja, maiores as chances de se obter o resultado desejado. Como em qualquer outra atividade, quanto mais você treina melhor você fica. Então, planeje!

Planeje sua carreira.

Planeje sua liberdade.

Planeje sua independência financeira.

Planeje a abertura de seu próprio negócio.

Planeje o crescimento de sua empresa.

Incorpore o planejamento em sua vida, faça dele um hábito, e sinta, cada vez mais, que você pode construir o futuro a partir de seus pensamentos.

Planejar não é preciso, mas é absolutamente necessário.

Carlos Steffen

Carlos Steffen Engenheiro eletricista e especialista em marketing, Carlos desenvolve atividades de consultoria e capacitação em marketing, planejamento, desenvolvimento de projetos e empreendimentos e desenvolvimento de mercado. Escreve aqui no blog sobre marketing, tecnologia, inovação, planejamento, capital intelectual, gestão de projetos e processos e formação de empreendimentos.

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