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Para continuar indo em frente, é obrigatório o uso de lentes…

Publicado em 30 de abril de 2012 por Mônica Latorre
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Conhecer o próprio estilo no ambiente de trabalho faz com que possamos orientar melhor nossos potenciais de desenvolvimento. Lapidar pontos fortes nos faz encontrar satisfação duradoura, nos coloca em destaque. Mas a propósito… Estes pontos fortes estão de fato sendo utilizados de forma eficaz ou, pensando bem, há um considerável exagero?

Para falar disto hoje, vou retomar algumas noções já apresentadas aqui, do psicólogo Dr. William Moulton Marston, que elaborou a Teoria DISC. E para isto vou brincar com um cenário, tenho certeza que você já presenciou pelo menos uma destas cenas: Joana entra no escritório pela manhã e todos notam. Ela ama ser vista, adora elogios e todos sabem, de tantos comentários que faz, praticamente “tudo” sobre seu estado de espírito. Chega radiante, animada, para alguns espalhafatosa. E Camila, que adora chegar bem cedo (pois assim é mais produtiva), só de ouvir os passos de Joana já praticamente se teletransporta para dentro de seu monitor. Prefere concentração, precisão e, acima de tudo, silêncio. Por querer estar “sempre certa”, precisa destas mínimas condições de trabalho… Mas eis que para agitar a galera ainda temos Pablo, o eterno questionador, movido por desafios, direto e com presença bastante forte. Aquele que, quando tudo está bem, se inquieta, identifica um novo “problema” e pronto, já busca aliados para esta nova causa. Ah, e é claro, Jerônimo. Um cara paciente, moderado, discreto, que atua tipicamente nos bastidores, toma conta de toda a retaguarda e praticamente só é lembrado quando algo “não funciona” ou ainda quando o assunto é delicado, afinal de contas seu lema é a “harmonia”… E então, estes personagens são familiares, não?

É claro que aqui há um certo exagero pra ficar didático. Todos nós somos uma mescla, uma equação única que combina doses de cada um destes ingredientes (recapitulando brevemente, segundo Marston Joana teria um perfil mais Influente, Camila o de Cautela, Pablo seria um Dominante e Jerônimo um representante do estilo Estabilidade). Entretanto, temos sim um ou dois estilos mais marcantes. E quando entendemos nossa conduta, já podemos nos comprometer a ter mais eficácia.

Bem, você pode estar se perguntando agora: mas como assim mais eficácia? Potencializar nossos melhores atributos é absolutamente necessário. E isto, creiam, passa também por atacar os respectivos exageros, que tornam o comportamento automático, previsível. Explico: o ser humano, quando tem uma qualidade bem desenvolvida, tende a utilizá-la em demasia, transformando-a num defeito. Um exímio especialista tende a reunir muitas informações, a não opinar antes de ter “certeza” sobre determinado assunto e, assim, pode perder o time numa tomada de decisão. Já um guerreiro tende a ver tudo como um campo de batalha, onde um ganha e outro perde, está sempre “alerta” buscando “inimigos”, tem dificuldade de relaxar e por vezes de atuar com aliados. O falante, carismático, ao mesmo tempo que encanta, perde a oportunidade de ser discreto, sensível ao outro por vezes carente de acolhida silenciosa. E, ainda, alguém extremamente paciencioso, amável e gentil pode deixar de expor sua posição, apesar de valiosa, pois teme oposição.

Para que possamos nos valer de nossos talentos de fato, é preciso ações deliberadas, conscientes. Quando um ponto forte mais parece uma reação instintiva, compulsiva, cristalizada, deixa de ser criativo. Torna-se algo reativo, quase que não produtivo; potencializam-se os julgamentos e gera-se o estereótipo, o distanciamento. E esta percepção só se faz possível a partir da interação com os outros.

Uma trajetória de efetivo desenvolvimento requer, sim, autoconhecimento. Sendo este o propósito, contínua disciplina, auto-observação e intenção deliberada de crescer nas interações são ingredientes fundamentais. Desenvolver novas atitudes e comportamentos, compreender e qualificar as relações no ambiente profissional torna nossa atuação mais estratégica, diversa e rica. Estes e muitos outros elementos são trabalhados nas diversas modalidades de nossa capacitação DISC em Ação.

Mônica Latorre

Mônica Latorre Psicóloga, mestre em educação de empreendedores, coach com certificação internacional pelo Integrated Coaching Institute (ICI) e facilitadora de grupos de Pathwork, Mônica desenvolve atividades de consultoria e capacitação em desenvolvimento pessoal, com ênfase em protagonismo e desenvolvimento do comportamento empreendedor. Escreve aqui no blog sobre coaching, desenvolvimento de pessoas, protagonismo, liderança, comportamento empreendedor e psicologia organizacional.

O que você está fazendo é importante ou urgente?

Publicado em 23 de novembro de 2011 por Mônica Latorre
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Cada vez mais o discurso oficial nas organizações privilegia a qualidade de vida, a atuação pautada em valores, a eficácia. Muitos esforços são empregados em técnicas e ferramentas utilizadas para fortalecer atributos que “produzem resultados”: planejamento, controle, gerenciamento, competências… Ao mesmo tempo, há uma provocação recorrente dos mais diversos autores que discorrem sobre tais temas: o quanto isto tudo está realmente conectado ao que nos faz sentido?

É claro que precisamos gerenciar melhor. Desenvolver competências, sem dúvida! Mas estamos buscando isto para liderarmos nossas vidas, sermos mais plenos e efetivos? Ou seria para atender expectativas e elementos “externos”, por que agora “temos que”, e mais uma vez tratamos de colocar mais um item em nossa “lista de tarefas”?

Covey (2003), em seu livro “Primeiro o Mais Importante: como ter foco em suas prioridades para obter resultados altamente eficazes”, comenta que poucas são as pessoas que percebem o quanto a urgência controla suas vidas. Mas… se esta sensação é tão estressante e desgastante, por que perdura tanto na atualidade? Dentre as possíveis causas, não seria bastante sensato considerar que o “matar um leão por dia” é tido como algo glorioso, que confere poder, status e mesmo um senso de heroísmo e valor único? Workaholics têm sensações de auto-estima, plenitude, controle, segurança e realização. O vício por adrenalina é tão difundido e valorizado hoje em dia que muitas vezes entramos nesta onda, seja para não destoar, seja porque ele, de fato, sacia e gratifica de alguma forma.

“A síndrome da urgência é um comportamento autodestrutivo que preenche temporariamente o vazio criado por necessidades não-atendidas. (…) é tão perigosa quanto qualquer outra dependência”. (Covey, 2003, p. 29)

Para se gerar mais resultado, diz o senso comum que é preciso trabalhar mais. Logo, o sucesso está mais associado ao esforço do que à eficácia, o volume se sobrepõe ao foco em resultados. E reiterando Covey, vou aqui me arriscar e destacar algo não muito agradável para se reconhecer: a “voracidade pelo fazer” como compensação à sensação de vazio.

Confundimos prazer com satisfação. Enquanto o prazer é mais efêmero, associado ao sensorial, a satisfação é de âmbito psicológico, gera contentamento, expansão. O prazer a gente compra; a satisfação se conquista; exige investimento de energia psíquica; implica desenvolver capacidades e habilidades de superação efetiva. Aqui não cabe a cultura do atalho, ou as exigências do ego, que quer tudo “agora”.

Não há qualidade de vida efetiva sem a construção da satisfação. E ela não vem em pacotes. Não se faz via downloads. Não se parcela no cartão. E depende, exclusivamente, de cada um. E aí, uma velha questão: quantos de nós tem a real disponibilidade de, inspirados nas leis da natureza, preparar o terreno, semear, cuidar das inúmeras condições ambientais para, aí então, perceber que apenas algumas sementes germinam, e destas crescem lindas árvores que nos proporcionam o desfrute de deliciosos frutos?

Talvez grande parte de nossas fortes intenções e ações estejam em prol de uma realização superficial, que, na verdade, almeja o controle, a diferenciação pela separação. A autoconfiança, portanto, pode ser algo distorcido, exagerado e defensivo. Ou genuína, quando resulta de um longo e sábio processo, em que adversidades são de fato vistas como oportunidades de crescimento aprendizado. A vida, nesta condição, torna-se repleta de satisfação e qualidade.

Esta reflexão continua…

Mônica Latorre

Mônica Latorre Psicóloga, mestre em educação de empreendedores, coach com certificação internacional pelo Integrated Coaching Institute (ICI) e facilitadora de grupos de Pathwork, Mônica desenvolve atividades de consultoria e capacitação em desenvolvimento pessoal, com ênfase em protagonismo e desenvolvimento do comportamento empreendedor. Escreve aqui no blog sobre coaching, desenvolvimento de pessoas, protagonismo, liderança, comportamento empreendedor e psicologia organizacional.

Se aproximando do espelho…

Publicado em 31 de outubro de 2011 por Mônica Latorre
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Embora sejamos únicos, o cérebro humano tem uma necessidade absurda de entendimento, categorização. Colocar qualquer informação (veja bem, qualquer informação!) em uma caixinha nos deixa mais seguros. É a velha questão de querermos confirmar nossas idéias, percepções, justificar nosso jeito como o mais adequado ou correto, etc.

A discussão sobre tipologias, perfis, estilos ou até diagnósticos psicológicos também é tão antiga quanto complexa, afinal de contas novamente temos uma “leitura” da realidade a partir dos olhos de alguém. No livro Relacionamentos: como desenvolver relações saudáveis e equilibradas que farão a diferença em sua vida pessoal e profissional, Gustavo e Madalena Boog fazem um breve e rico resgate de algumas das tipologias esboçadas ao longo dos séculos, elencando alguns expoentes como Hipócrates, Jung, Adizes, Rick Barrera, Moore e Gillette e Marston.

Como venho utilizando com bastante êxito o DISC, trago aqui especificamente breves noções sobre esta teoria, postulada pelo psicólogo Dr. William Moulton Marston. Para o autor, existem quatro tipos básicos de comportamentos previsíveis observados nas pessoas. E estes ocorrem a partir da combinação de duas dimensões: uma interna – como me vejo no mundo (sou capaz ou não de modificar o mundo) e outra externa – como vejo o mundo (amigável/favorável ou hostil/não amigável). As quatro características resultantes desta matriz são: Dominância (D), Influência (I), Estabilidade (S) e Conformidade (C) (variações nestes termos podem ocorrer em função do referencial utilizado).

Para ficar um pouco mais claro, abaixo listo o que chamamos de características consistentes de cada estilo. Certamente você, ao ler alguns termos, já vai se situar de alguma forma:

Quadro DISC

Sabemos que todas as pessoas apresentam todas estas qualidades, ou seja, podem demonstrar tais padrões, em momentos diferentes, porém em graus diversos.

Ao ter consciência de suas tendências de atuação, entretanto, você qualifica suas interações pessoais e, ainda, por conhecer e valer-se dos talentos naturais de seu estilo, contribui de modo preciso e assertivo nos mais diversos cenários. É bastante provável, portanto, que novos graus de satisfação em termos pessoais e profissionais sejam alcançados.

Na era do conhecimento, o aprendizado é algo vital e a motivação pode ser um dos seus principais ingredientes. Aprender algo que se considera importante automaticamente tem outro sabor. Trabalhar alinhado com os propósitos e de acordo com as próprias preferências catalisa talentos e, portanto, não tem contra-indicações!

Mônica Latorre

Mônica Latorre Psicóloga, mestre em educação de empreendedores, coach com certificação internacional pelo Integrated Coaching Institute (ICI) e facilitadora de grupos de Pathwork, Mônica desenvolve atividades de consultoria e capacitação em desenvolvimento pessoal, com ênfase em protagonismo e desenvolvimento do comportamento empreendedor. Escreve aqui no blog sobre coaching, desenvolvimento de pessoas, protagonismo, liderança, comportamento empreendedor e psicologia organizacional.

Caçando tesouros? Comece usando o espelho

Publicado em 4 de outubro de 2011 por Mônica Latorre
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A verdade, conforme algumas tradições milenares, é algo permanente, ou seja, segue válida e sábia, independentemente do tempo e do espaço. Com a devida atenção, podemos reconhecer algumas leis universais, princípios que não só “funcionam” como nos guiam, independentemente de nossa vontade, reconhecimento ou aceitação. E meu intento aqui hoje é explorar uma máxima bastante antiga: o conhecimento sobre nós mesmos como um elemento-chave para o crescimento.

Pensador

Buckingham e Clifton, no livro “Descubra seus pontos fortes”, batem forte numa noção “simples”, embora ainda não devidamente internalizada nas organizações: pessoas bem-sucedidas usam sua energia para aprimorar aquilo que fazem de melhor e não buscando compensar carências ou corrigindo “fraquezas”.

Mas como saber no que sou bom? Qual meu efetivo potencial? O raciocínio de Sócrates novamente pode ser muito válido aqui. A introspecção é um atributo importante neste momento. Muitas vezes sou questionada neste sentido e, invariavelmente, convido o interlocutor a se auto-observar. E, via de regra, percebo ceticismo ou desconfiança quanto a esta sugestão. Pois bem. Talvez para complicar um pouco, mas também pela complexidade humana, inúmeras são as teorias e terminologias para definir nossos estilos, que ensejam nossas preferências.

Encruzilhada

Talentos, segundo tais autores, são “seus padrões naturalmente recorrentes de pensamento, sentimento ou comportamento que podem ser usados produtivamente”. Ou seja, parecem tão naturais que muitas vezes sequer são reconhecidos. Embora ainda não seja um exercício tão corriqueiro, podemos não apenas identificar nossos talentos, mas ainda alimentá-los, expandi-los. E mais: não seria este nosso maior desafio? Nos apropriarmos continuamente de nosso potencial e manifestá-lo, trazendo vitalidade à vida?

Olhar-se no espelho, entretanto, nem sempre é agradável. Para se reconhecer por inteiro, é preciso explorar cada cantinho, da linda sala de estar ao mais empoeirado e contaminado porão. E talvez este seja um dos principais motivos a nos afastar do mergulho interior. Mas sim, é preciso saber de antemão que, independentemente de nosso estilo ou talento principal, nos desenvolvemos e somos bons em algo e não tão geniais ou adequados em outro. Afinal de contas, são hemisférios cerebrais diferentes. Sinapses específicas. Crenças e valores diversos. O perfeccionismo ou a necessidade de trazer à luz apenas o que “tem valor” embota qualquer movimento de expansão. Ao represarmos nossas imperfeições, trancafiamos também nosso brilho.

Faça um exercício de reflexão: quais minhas facilidades? Em que me destaco, naturalmente? Que adjetivos ou mesmo apelidos carrego, outros me sinalizam com frequência? Que atributos meus são demandados, seja em família, seja no trabalho? Quando me sinto vitorioso? O que mais prezo em minhas ações, no meu dia-a-dia? E depois, pergunte o que seus amigos, familiares, colegas e a todas as pessoas que lhe são caras o que elas têm a lhe dizer sobre isto.

Esta discussão continua…

Mônica Latorre

Mônica Latorre Psicóloga, mestre em educação de empreendedores, coach com certificação internacional pelo Integrated Coaching Institute (ICI) e facilitadora de grupos de Pathwork, Mônica desenvolve atividades de consultoria e capacitação em desenvolvimento pessoal, com ênfase em protagonismo e desenvolvimento do comportamento empreendedor. Escreve aqui no blog sobre coaching, desenvolvimento de pessoas, protagonismo, liderança, comportamento empreendedor e psicologia organizacional.

O equilíbrio pessoal como trampolim para a realização

Publicado em 2 de setembro de 2011 por Mônica Latorre
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Harmonia. Crescimento. Abundância. Ao mesmo tempo em que todos desejam, parece que estas noções cada vez mais estão distantes, ou nos escapam. Ou não?

Muitas vezes percebo pessoas com muito afinco e intensidade lutando por tais troféus. Ao mesmo tempo, é muito usual, nesta busca desenfreada que fazem, se afastarem de alguns de seus recursos mais importantes: a reflexão, a coragem e a abertura para a conscientização de si mesmas. É preciso muita reflexão para não se deixar levar pelas imagens de massa que pregam o sucesso às custas da saúde, do bem viver; muita abertura e mesmo disciplina para dedicar tempo para simplesmente curtir algo, de modo genuíno; muita coragem e ousadia para bancar os anseios, ambições e sonhos próprios, e não de outros tidos como bem sucedidos.

Tudo isto passa por um pré-requisito fundamental: a capacidade de se responsabilizar pela própria vida. OK, é claro que este é um grande salto em termos de consciência e mesmo atitudes no dia-a-dia. Mas não atribuir ao outro ou a algo a responsabilidade por nossos resultados, por nossa situação de vida é justamente a condição que nos faz livres e dignos…

Mas então, por onde começar? Primeiramente, com a disponibilidade para avaliar sua vida, seus papéis, suas motivações, suas prioridades, em suma, seus valores. Entendendo aqui valores como elementos que regem nossos comportamentos, relacionamentos, ou seja, aquelas noções que orientam nossa conduta, que fazem com que tenhamos preferência por agir de um modo e não outro. Enquanto alguns prezam pela estética, outros primam pela tradição. Nem sempre os que preferem a segurança conseguem se aliar com os sedentos por inovação. E assim sucessivamente. Mas perceber estas diferenças presume parar tudo, observar, questionar e mesmo “duvidar” do que parece pronto e até “resolvido”.

Pense em seu estilo de vida, nas atividades que mais lhe gratificam. E ainda em situações em que você se sente preenchido, vibrante, fazendo de fato a diferença. Neste momento, você terá consciência do que lhe gera crescimento, expansão. E então? Suas motivações são pautadas por conquistas, por algo que não se “perde”? Ou por contentamentos sensoriais e pontuais, que rapidamente sugerem novos vazios?

Nos dias de hoje, a complexidade, as exigências e expectativas do mundo profissional aumentam exponencialmente. Em contrapartida, o senso de urgência vigente muitas vezes acaba estimulando a cultura do atalho, da simplificação. No fundo, sentimos e sabemos que resultados efetivos e satisfação duradoura só ocorrem a partir de uma base firme, consistente. E esta consistência pode ser alcançada quando nos dispomos a investigar, a garimpar o que nos move, nossos talentos, nossas percepções e singularidades. E quando conseguimos fazer um bom arranjo de nossos “ingredientes”, automaticamente nos destacamos, seja em nossa visão, seja em um projeto, seja no modo como nos comprometemos com nossas próprias causas e metas dos mais diversos âmbitos.

E então, qual sua posição neste momento? Quão ciente você está de suas necessidades? Qual seu nível de satisfação com seu trabalho, suas relações? E com seu desenvolvimento intelectual, seu corpo, seu lazer? Exageros e negligências comprometem a motivação para mudar ou crescer. Ou, ainda, não permitem que sustentemos conquistas.

“As metas que são conectadas a nosso eu mais profundo têm o poder da paixão e do princípio. Elas são movidas pelo nosso fogo interior e estão baseadas nos princípios do ‘norte verdadeiro’ que criam resultados de qualidade de vida” (no livro Primeiro o Mais Importante, de Stephen Covey, p. 161).

Mônica Latorre

Mônica Latorre Psicóloga, mestre em educação de empreendedores, coach com certificação internacional pelo Integrated Coaching Institute (ICI) e facilitadora de grupos de Pathwork, Mônica desenvolve atividades de consultoria e capacitação em desenvolvimento pessoal, com ênfase em protagonismo e desenvolvimento do comportamento empreendedor. Escreve aqui no blog sobre coaching, desenvolvimento de pessoas, protagonismo, liderança, comportamento empreendedor e psicologia organizacional.

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